CBLOL

CBLOL: alguns casos controversos que aconteceram no campeonato (parte 2)

O CBLOL já acontece há bastante tempo e ao longo dos anos, muitas coisas aconteceram e, claro, não podiam faltar polêmicas. Veja algumas abaixo:

A parte 1 da lista você pode conferir aqui. Ela conta com casos como o de Mylon, que foi punido com multa e suspensão da competição por ter feito um gesto obsceno para a câmera, e o de Gabriel “tockers” Clauman, que apresentou um comportamento tóxico e foi grosseiro com fãs.

Contratação de Caio “Loop” Almeida pela paiN

CBLOL: alguns casos controversos que aconteceram no campeonato (parte 2)

A contratação de Caio “Loop” Almeida pela paiN foi alvo de polêmicas. Acontece que em agosto de 2015, a Riot validou um documento que falava sobre a Política Interregional de Antialiciamento do CBLoL. Dessa forma, como explica a repórter Beatriz Coutinho, em sua matéria para o site MGG, “nenhum membro de equipe ou filiado à equipe poderia exercer a solicitação, atração ou engajamento de discussões de emprego de um jogador que estivesse sob contrato com uma equipe profissional competindo”. A ação, então, só poderia ser feita durante a janela de transferências.

Porém, pouco tempo depois, a Riot descobriu que Loop sofreu tentativa de aliciamento pela paiN enquanto estava contratado pela INTZ. Assim, a paiN não teve como inscrever o jogador como um membro da organização, e ele passou o ano seguinte inteiro sendo analista, sem estar inscrito na Riot.

A paiN sofreu com punições e não só teve o direito à premiação revogado, como também perdeu os valores referentes ao direitos de uso de imagem durante 1º split do CBLoL 2016 e seu diretor foi suspenso.

A organização chegou a abrir um processo contra a dona do League of Legends, mas ele não foi aceito pela justiça e a paiN decidiu não seguir em frente com a ação judicial.

Fechar o programa antes da partida acabar

CBLOL: alguns casos controversos que aconteceram no campeonato (parte 2)

É proibido que o jogador se desconecte de uma parte antes dela acabar, mas, no CBLOL de 2020, muitos jogadores do Flamengo e do Santos cometeram essa infração e receberam punições como multa em dinheiro e perda de banimentos em partidas futuras.

Em 2019, Marcelo “Riyev” Carrara já havia passado por isso e fechou o jogo antes da partida ser oficialmente finalizada. Segundo ele, quando a animação do Nexus era finalizada, seu Cliente apresentava um erro e por isso, ele passou a fechar a partida antes de acabar.

Mano to de parabens pela minha burrice viu, consegui quitar 4x por costume de altf4 qd o nexus quebra pq meu client demora, vacilei, me fudi e fudi meu time, putamerda ein que agoniaa a a a

— Riyev (@riyevlol) June 25, 2019

Mercenário?

CBLOL: alguns casos controversos que aconteceram no campeonato (parte 2)

Em 2014, Revolta saiu da Keyd Stars para jogar o primeiro split do CBLOL do ano seguinte pela INTZ. Ambas as equipes chegaram até a final do torneio, mas, no final, a Keyd não conseguiu vencer a INTZ. Muitos fãs acharam que Revolta continuaria no time vencedor para o segundo split, mas ele anunciou que iria para a Keyd, e isso gerou muito debate na comunidade. Alguns fãs passaram a chamá-lo de mercenário.

A Keyd chegou aos playoffs, mas caiu para a paiN nas semifinais. A INTZ, por sua vez, chegou até a final. Em agosto, Revolta anunciou que retornaria para a INTZ e continuou no time até novembro de 2016, quando conquistou muitas vitórias. Após esse ano de muitas realizações, Revolta voltou para a Keyd e permaneceu lá entre novembro de 2016 e outubro de 2018.

Polêmicas de Pro Players

Frequentemente, saem notícias aqui no Clube do Videogame de atletas dos esports que estão se envolvendo em polêmicas, seja por causa de racismo, machismo, homofobia ou toxicidade. Separamos uma lista para que você relembre algumas polêmicas de pro players, como o caso de Anderson “4Lan” – ex-jogador profissional de League of Legends e streamer, acusado de importunação sexual – e o Lucas “goodZiN” Marting – suspenso por 1 ano após fazer comentários racistas. Para ver, basta clicar aqui.

 

 

 

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Letícia Höfke

Letícia Höfke

Sou jornalista, escritora e completamente apaixonada por tudo que envolve o universo geek. Twitter e Instagram: @leticiahofke

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